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Empresa global de cibersegurança recorda vários ciberataques de que a Ucrânia foi alvo recentemente e diz que não se pode “ignorar a possibilidade de que os ataques se possam propagar a mais geografias”.


Num contexto de Guerra na Ucrânia, a empresa global de cibersegurança Cipher recorda os vários ataques informáticos de que a Ucrânia foi alvo recentemente e diz que não se pode “ignorar a possibilidade de que os ataques que inicialmente têm como alvo um país, se possam propagar a mais geografias”.

Perante este clima de incerteza, a Cipher apresentou, através de um comunicado às redações, sete recomendações de cibersegurança para as empresas:

1. Desenvolver e planificar um plano de resposta a incidentes.

2. Verificar o acesso que os colaboradores têm dentro da organização e as permissões que podem representar um risco para a empresa, o que inclui ativar a autenticação de dois fatores.

3. Manter o software atualizado com as últimas atualizações de segurança consideradas, dando prioridade às novas vulnerabilidades identificadas.

4. Verificar se os mecanismos de backup e restauração estão a funcionar corretamente.

5. Os profissionais dentro da empresa dedicados à proteção dos bens devem ser formados na identificação de eventuais ameaças ou comportamentos anormais na rede.

6. No caso de trabalhar com organizações ucranianas, recomenda-se a monitorização e inspeção do tráfego da rede dessas organizações e dos controlos de acesso às mesmas.

7. É recomendável que se mantenha a par das recentes ameaças que estão a ser levadas a cabo.”

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(2022) Recomendações de cibersegurança para as empresas em tempos de guerra. Recuperado a 7 de Abril de 2022 em https://www.dn.pt/internacional/cipher-apresenta-recomendacoes-de-ciberseguranca-para-as-empresas-14645892.html