Employee Readiness: porque a maturidade organizacional já não pode ficar concentrada em poucas pessoas

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Employee Readiness: quando a maturidade organizacional exige equipas preparadas para executar

Em ambientes mais regulados, mais auditáveis e mais expostos a risco, já não basta que os temas críticos estejam definidos. É necessário que sejam compreendidos e aplicados por quem tem responsabilidades de execução.

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Em muitas organizações, os temas críticos já estão identificados. Existem requisitos, políticas, controlos, planos, responsáveis, projetos e, em vários casos, até funções especializadas. Ainda assim, persistem falhas de articulação, decisões tardias, execução inconsistente e dificuldades em demonstrar que aquilo que está definido é, de facto, compreendido e aplicado por quem tem responsabilidades de execução.

Conformidade digital, privacidade e cibersegurança: competências críticas para responder com critério a prioridades reais

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Conformidade digital, privacidade e cibersegurança: competências críticas para responder com critério a prioridades reais

Entre RGPD, ISO 27701, NIS 2, cibersegurança e ISO/IEC 27001, as organizações precisam cada vez menos de sensibilização genérica e cada vez mais de competências aplicáveis, estruturadas e relevantes para a decisão.

⏱️ Leitura estimada: 6 minutos

Depois de vários anos em que muitas organizações procuraram sobretudo compreender conceitos, mapear obrigações e acompanhar tendências, a exigência atual é diferente. Em matérias como privacidade, conformidade digital, segurança da informação e cibersegurança, já não basta conhecer os temas de forma genérica.

Novos cursos Behaviour para 2026: competências críticas para prioridades reais

Novos cursos Behaviour para 2026

Novos cursos Behaviour para 2026: competências críticas para prioridades reais

A Behaviour entra em 2026 com novos cursos desenhados para responder a exigências cada vez mais concretas nas organizações. Entre pressão regulatória, maior maturidade operacional, reforço da resiliência e crescimento das exigências de auditoria e evidência, deixou de ser suficiente conhecer conceitos: é necessário compreender prioridades, interpretar requisitos e transformá-los em capacidade real.

⏱️ Leitura estimada: 4 minutos

Os novos cursos Behaviour para 2026 surgem precisamente neste contexto. A nova oferta reforça áreas críticas para empresas, equipas técnicas, responsáveis de compliance, auditores, gestores de risco, líderes operacionais e decisores que precisam de responder com maior solidez a desafios regulatórios, tecnológicos e organizacionais.Mais do que alargar catálogo, esta evolução

O que distingue uma resposta diligente a um incidente de cibersegurança

Resposta a Incidentes

O que distingue uma resposta diligente a um incidente de cibersegurança

Incidentes de cibersegurança com impacto em dados pessoais tornaram-se um risco estrutural nas organizações com elevada exposição digital. Mais do que a ocorrência em si, o que verdadeiramente diferencia as organizações maduras é a forma como respondem.

⏱️ Leitura estimada: 2 minutos

A resposta a incidentes de cibersegurança deixou de ser um tema excecional. Em ambientes digitais complexos, altamente integrados e regulados, a questão deixou de ser se um incidente pode ocorrer, passando a ser como a organização está preparada para o detetar, conter, gerir e comunicar de forma responsável.Casos recentemente tornados públicos em setores

Criar espaço antes de decidir

Entre fechar o ano e preparar o próximo, há um tempo que merece atenção

O final do ano não é apenas um ponto de chegada. É um espaço intermédio,
muitas vezes invisível, onde se constroem as bases das decisões futuras.

⏱️ Leitura estimada: 6 minutos

O final do ano traz consigo um ritmo próprio.As agendas começam a aliviar, as equipas entram num modo mais reflexivo e as conversas ganham outro tom.Não é um tempo de urgência. É um tempo de balanço, de organização mental e de preparação silenciosa do que vem a seguir. Este período intermédio, entre o fecho de um ciclo e o início de outro, raramente é visível.

Continuity by Design: reduzir o risco de concentração em cloud e terceiros

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Continuidade & Resiliência • Artigo

Depois do que aconteceu, a pergunta já não é “o que pode acontecer” – é “quanto tempo demora a repôr?”

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Dependências de hyperscalers, falhas sistémicas e concentração de terceiros estão a mudar a exigência: provar capacidade de continuidade e recuperação, com evidência e testes.

Depois de Google Cloud (12/jun/2025), Microsoft 365 (jul/2025) e do apagão ibérico (28/abr/2025), a questão deixou de ser “o que pode acontecer” e passou a ser “quanto tempo irá demorar a repôr os serviços e voltar a servir o cliente?”  

Os 7 erros mais comuns em auditorias e como evitá-los

7 erros em auditorias (Instagram)

Auditoria & Governação • Artigo

Auditar não é apenas verificar se existe documentação

⏱️ Leitura estimada: 7 minutos

É perceber se há controlo real, práticas aplicadas e maturidade consistente em toda a organização.

Auditar não é apenas verificar se existe documentação. É perceber se há controlo real.

As auditorias são momentos críticos: avaliam se a organização está apenas a “cumprir o mínimo” ou se possuí práticas consistentes e maduras.

5 erros que arruínam um teste de stress cibernético

5 erros teste stress cibernetico

Resiliência & Testes • Artigo

Porque testar é necessário – mas testar mal pode ser pior do que não testar

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Cyber Stress Tests só criam valor quando testam decisões reais, incerteza e capacidade de resposta – não quando criam falsas certezas.

Porque testar é necessário? Mas testar mal pode ser pior do que não testar

Os Cyber Stress Tests (testes de stress cibernético) tornaram-se uma exigência crescente em setores como o financeiro,
a saúde, os serviços digitais e as infraestruturas críticas.

O que mudou com a NIS 2 — e por que não se pode continuar a ignorar a mudança

O que mudou com a NIS 2 (Linkedin)

NIS 2 & Conformidade • Artigo

A Diretiva NIS 2 já está em vigor – e a maioria das organizações ainda não está preparada

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Um divisor de águas na gestão do risco, cibersegurança e reporte de incidentes para setores essenciais, importantes e críticos.

A Diretiva NIS 2 (UE 2022/2555) já está em vigor em toda a União Europeia — e a maioria das organizações afetadas ainda não está preparada.

Continuidade do Negócio: o risco deixou de ser uma hipótese, tornou-se o novo normal

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Continuidade & Resiliência • Artigo

Resiliência é disciplina diária, não um dossier na gaveta

⏱️ Leitura estimada: 8 minutos

Incidentes tecnológicos e falhas de terceiros continuam a provar que a continuidade se constrói na prática, todos os dias.

Incidentes tecnológicos e falhas de terceiros mostram que resiliência é disciplina diária, não um dossiê guardado na gaveta.

Como preparar a sua organização para um teste de stress cibernético sem entrar em pânico

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Resiliência & Testes • Artigo

Cyber Stress Tests: quando a organização é posta à prova

⏱️ Leitura estimada: 7 minutos

Simular, testar e demonstrar resiliência operacional e cibernética sob pressão realista.

Os Cyber Stress Tests estão a chegar. E não são uma moda passageira são uma exigência crescente para organizações críticas, financeiras e reguladas.

A pergunta que pode comprometer qualquer plano de continuidade:

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Continuidade & Resiliência • Artigo

E se a sua equipa principal não estiver disponível?

⏱️ Leitura estimada: 6 minutos

A continuidade real mede-se quando as pessoas certas não estão presentes e a organização continua a responder.

E se a sua equipa principal não estiver disponível?

Na maioria dos planos de continuidade ou recuperação, há um erro silencioso, mas crítico: assume-se que as pessoas certas estarão disponíveis no momento certo.

União Europeia acelera regulação da Inteligência Artificial

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Inteligência Artificial & Regulação • Artigo

O AI Act está a redefinir a economia digital

⏱️ Leitura estimada: 6 minutos

E os profissionais qualificados tornam-se peça central na nova economia digital.

E os profissionais qualificados tornam-se peça central na nova economia digital

Num contexto de crescimento acelerado do investimento global em cibersegurança, que deverá atingir os 213 mil milhões de dólares em 2025, segundo previsões da IDC, a União Europeia está a consolidar o seu enquadramento regulatório para garantir que a Inteligência Artificial evolui com segurança, responsabilidade e transparência.

O novo AI Act (Regulamento 2024/1689) coloca a Europa na vanguarda da governação ética da IA e estabelece obrigações concretas para organizações públicas e privadas em toda a cadeia de valor.

Este cenário traz uma nova urgência: a necessidade de profissionais qualificados que compreendam não apenas o potencial da IA, mas também as suas implicações legais, operacionais e éticas.

O que está em causa com o AI Act?

O AI Act é o primeiro regulamento horizontal da União Europeia sobre Inteligência Artificial.
Os seus principais objetivos incluem:

  • Proibir sistemas de IA inaceitáveis (ex: scoring social, manipulação comportamental)
  • Regular sistemas de alto risco (ex: IA aplicada à saúde, transportes, finanças, educação ou justiça)
  • Exigir avaliação, transparência e controlo sobre sistemas integrados em produtos ou serviços críticos
  • Atribuir responsabilidades claras a fornecedores, importadores, distribuidores e utilizadores
  • Criar um novo mercado para auditores, avaliadores de conformidade e responsáveis pela governação de IA

O AI Act entra em vigor de forma faseada, mas as empresas precisam de começar a preparar-se já.

O investimento global cresce e a exposição também

Com o mundo a investir cada vez mais em cibersegurança, cloud e automação inteligente, a Europa dá um passo decisivo ao exigir que as soluções de IA sejam passíveis de auditoria, explicáveis e alinhadas com valores democráticos.

As organizações vão precisar de:

  • Implementadores e auditores qualificados em IA
  • Gestores de risco e conformidade capazes de aplicar o AI Act
  • Equipas com literacia digital, jurídica, técnica e ética em IA

Como a Behaviour está a preparar os profissionais do futuro

A Behaviour é pioneira em Portugal na criação de um programa de formação estruturado em Inteligência Artificial com base em normas internacionais e legislação europeia.

Todos os cursos são práticos, orientados à aplicação profissional e atualizados com o AI Act, ISO/IEC 42001 e os princípios da governação responsável da IA.

Cursos disponíveis:
  • AI Act Foundation
    Curso introdutório sobre o Regulamento Europeu da IA (2024/1689)
    Para profissionais de IT, compliance, jurídico, segurança ou gestão que precisem de compreender o impacto do novo regulamento europeu.
  • ISO/IEC 42001 Foundation
    Primeiro curso em Portugal sobre a norma ISO/IEC 42001 – Sistemas de Gestão da Inteligência Artificial
    Aborda requisitos técnicos, princípios éticos, controlos organizacionais e estrutura de governação.
  • ISO/IEC 42001 Lead Implementer
    Curso avançado e prático para quem vai liderar a implementação da norma ISO/IEC 42001 numa organização.
    Inclui gestão de risco, ética aplicada, governação, controlos técnicos e planos de resposta.
  • ISO/IEC 42001 Lead Auditor
    Preparação completa para conduzir auditorias a sistemas de gestão de IA com base na ISO/IEC 42001.
    Inclui técnicas de auditoria, análise de evidência, simulações e ligação prática com o AI Act.
Para quem são estes cursos?
  • Profissionais de IT, segurança da informação e gestão de risco
  • Juristas e compliance officers
  • Consultores e implementadores de sistemas de IA
  • Auditores de sistemas, qualidade, ESG e cibersegurança
  • Gestores de inovação, transformação digital e ética organizacional

A Inteligência Artificial já está nas organizações.
Agora, tem de estar também nas mãos de quem a sabe governar, implementar e auditar com responsabilidade.

Com a Behaviour, os profissionais preparam-se com conhecimento técnico, visão estratégica e ligação direta às exigências da União Europeia. Porque o futuro da IA não é apenas uma questão de inovação, é uma questão de confiança.

 

Autor: Behaviour
Publicado em: 20 agosto de 2025
Não é autorizada a cópia ou reprodução deste artigo.

 

Curso CRISC – Torne-se líder na gestão de risco e controlo de sistemas de informação

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Gestão do Risco • Artigo

Formação CRISC: gerir risco com clareza, controlo e visão

⏱️ Leitura estimada: 6 minutos

Formação intensiva e imersiva para quem quer liderar decisões de risco em sistemas de informação.

Formação intensiva e imersiva para quem quer gerir risco com clareza, controlo e visão

A certificação CRISC é hoje uma referência internacional para profissionais que gerem risco em sistemas de informação
e que têm um papel ativo nas decisões estratégicas de governação e controlo.

Na Behaviour, a preparação para o exame CRISC vai além do conteúdo.


Com a Behaviour, vai dominar os quatro domínios do CRISC com segurança, estrutura e aplicação real.

O que vai aprender

Ao longo do curso CRISC da Behaviour, vai aprofundar os quatro grandes domínios do programa de certificação:

1. Governança de Riscos Empresariais
– Integração do risco na estratégia, cultura organizacional e tomada de decisão.

2. Avaliação de Risco de TI
– Identificação, análise e avaliação de riscos relacionados com sistemas de informação.

3. Resposta ao Risco e Mitigação
– Planeamento e implementação de respostas eficazes, alinhadas com os objetivos do negócio.

4. Monitorização, Relato e Controlo
– Supervisão contínua, métricas de eficácia e comunicação com as partes interessadas.

Todos os tópicos são abordados com exemplos reais, exercícios de simulação para preparação para o exame, mapas de apoio visual e simulações de exame.

Com a Behaviour vai…

  • Estudar com método, não com pressão
    A formação está organizada por blocos lógicos, com explicações claras, resumos visuais
    e perguntas de revisão no final de cada domínio.
  • Praticar com quem sabe
    Formadores experientes, certificados, e com conhecimento profundo dos conceitos
    e da realidade de quem trabalha com o risco e controlos em TI.
  • Preparar-se para o exame com confiança
    Incluímos exercícios e exame de simulação, técnicas para gerir o tempo no exame
    e dicas para estimular o raciocínio aplicado ao estilo das perguntas.
  • Ter acesso a um conjunto de materiais de estudo realmente úteis
    Aceder a um conjunto de documentos de apoio (diagramas, quadros comparativos, glossários,
    exemplos de frameworks e dicas para acesso a recursos adicionais de valor)
    que pode reutilizar no trabalho diário.

Quem deve frequentar o curso CRISC?

  • Gestores de risco
  • Responsáveis de TI e segurança da informação
  • Consultores e auditores de sistemas de informação
  • Profissionais que integram equipas de compliance, governação ou continuidade
  • Candidatos à certificação internacional CRISC que procuram uma preparação sólida e prática

Benefícios concretos da formação

  • Domínio completo do conteúdo exigido no exame
  • Capacidade real para aplicar frameworks de gestão de risco
  • Preparação para atuar em contextos complexos, com múltiplos stakeholders
  • Reconhecimento profissional num dos perfis mais procurados do mercado

Organização e apoio

O curso é intensivo, com carga horária otimizada para acelerar a preparação sem perder profundidade.
Inclui momentos de avaliação individual, sessões de esclarecimento de dúvidas
e acesso a apoio após o curso, caso precise de reforçar a sua preparação até ao exame.

 

Pronto para evoluir na gestão do risco?

Com a Behaviour, ganha mais do que preparação para o exame ganha a confiança para agir com segurança.
Ganha estrutura, clareza e capacidade para tomar decisões que realmente protegem o negócio.

Garante já o seu lugar e prepara-se com quem leva a certificação a sério.


Autor: Behaviour
Publicado em: 13 agosto de 2025
Não é autorizada a cópia ou reprodução deste artigo.

 

Segurança em Período de Férias

Seguranca Periodo Ferias

Segurança & Continuidade • Artigo

Cuidados essenciais para profissionais e equipas que não podem dar férias aos riscos

⏱️ Leitura estimada: 7 minutos

Preparação prática para proteger a segurança da informação, a continuidade do negócio e a resiliência organizacional durante o período de férias.

Agosto chegou. Para muitos, é tempo de descanso. Para os riscos é oportunidade. Quando entramos em modo verão, relaxamos, as equipas rodam e os processos abrandam. Mas os riscos mantêm-se atentos. É precisamente nesses períodos de menor vigilância que muitos dos incidentes mais graves têm origem.Partilhamos os principais cuidados a ter antes, durante e após o período de férias, com foco na segurança da informação, continuidade do negócio e resiliência organizacional.

Antes das férias: preparar, proteger, delegar

1. Reveja e limite contas e acessos

  • Elimine acessos temporários ou não utilizados
  • Verifique permissões atribuídas a prestadores externos
  • Restrinja acessos privilegiados e garanta rastreabilidade
  • Aplique regras claras para órgãos de gestão, se necessário
  • Registe tudo acções de desativação e reativação futuras

Acesso mínimo. Tempo limitado. Tudo rastreável.

2. Defina substitutos e procedimentos claros

  • Quem substitui quem?
  • Que decisões podem ser tomadas?
  • O que fazer em caso de incidente?

Continuidade não é só presença é preparação e resposta.

3. Reforce a vigilância contra fraudes e phishing

  • Pagamentos urgentes em nome do CEO ausente
  • Pedidos falsos de mudança de IBAN
  • Mensagens urgentes com penalizações
  • Prémios ou sorteios falsos
  • Links fraudulentos sobre entregas
  • Cuidado com deepfakes: voz ou vídeo falsos com pedidos de acessos, transferências ou extorsão

Redobre a atenção. Aplique ciber-higiene. Reporte sempre.

4. Reveja os planos de continuidade e resposta a incidentes

  • Planos atualizados e testados com equipa reduzida?
  • Quem ativa o plano em agosto?
  • Fornecedores continuam prontos nesse período?

Um plano que não funciona em férias… não é plano.

Durante as férias: manter o essencial a funcionar

5. Cuidado com redes e Wi-Fi públicas

  • Desligue redes e equipamentos não necessários
  • Evite Wi-Fi públicas para aceder a sistemas
  • Se inevitável, use VPN da organização

A conveniência de hoje pode ser o incidente de amanhã.

6. Proteja e automatize sem desligar totalmente

  • Automatize backups (de preferência imutáveis)
  • Ative alertas e notificações para incidentes
  • Garanta visibilidade mínima mesmo em férias

Automação inteligente protege mesmo quando desliga.

7. Evite expor a sua ausência nas redes

  • Evite frases como “fora até setembro”
  • Evite fotos e vídeos com localização em tempo real
  • Prefira grupos fechados para partilhas pessoais

Maior pegada digital = mais oportunidade para ataques de engenharia social.

Depois das férias: validação e reativação

8. Revalide acessos e alterações feitas

  • Alguma conta temporária ainda ativa?
  • Configurações alteradas sem reversão?
  • Algum incidente não detetado?
  • Reveja logs e relatórios de segurança

Pós-férias = check-up obrigatório.

9. Atualize e valide sistemas

  • Aplique atualizações de segurança pendentes
  • Verifique backups e relatórios
  • Confirme integridade dos logs, incluindo o antivírus e a firewall

Comece com confiança. Sem dúvidas técnicas.

Formação recomendada?

A Behaviour ajuda equipas a antecipar riscos, responder a incidentes e reforçar a continuidade, antes, durante e depois das férias.

Cursos recomendados:

Preparar é proteger. Mesmo quando todos estão a desligar. A segurança não tira férias. Mas com o planeamento certo, você pode.

Ver calendário de formações

 

Autor: Behaviour
Publicado em: 4 agostode 2025
Não é autorizada a cópia ou reprodução deste artigo.

 

Componentes do Plano de Continuidade do Negócio (BCP): Garantir a resiliência perante eventos disruptivos

Continuidade do Negócio • Artigo

Os componentes essenciais de um Plano de Continuidade do Negócio (BCP)

⏱️ Leitura estimada: 9 minutos

Como estruturar um BCP robusto para responder a eventos disruptivos, proteger ativos e garantir a resiliência organizacional.

No atual mundo empresarial, onde as organizações se deparam com interligações complexas e num contexto em constante evolução, pode ocorre, a qualquer momento, um evento disruptivo que ameace a própria existência de uma organização.
Eventos como, desastres naturais, ataques cibernéticos, pandemias e outro tipo de cenários de crise podem causar danos
significativos à operação, à reputação e aos resultados financeiros de uma empresa.
Por forma a mitigar esses riscos, as organizações devem desenvolver um Plano de Continuidade do Negócio (BCP) abrangente que descreva os procedimentos e estratégias necessárias para manter as operações do negócio durante e após uma disrupção.Um BCP elaborado corretamente é essencial para garantir a resiliência de uma organização, protegendo os seus ativos e minimizando o impacto de disrupções nos seus clientes, funcionários e partes interessadas. Neste artigo, abordaremos os principais componentes de um Plano de Continuidade de Negócios, fornecendo uma visão abrangente dos elementos essenciais que as organizações devem incluir no seu BCP.

1. Análise de Impacto no Negócio (BIA)

O primeiro passo no desenvolvimento de um BCP é realizar uma Análise de Impacto no Negócio (BIA). Isso envolve identificar os processos críticos do negócio, avaliar o impacto potencial de uma disrupção nesses processos e priorizar a sua recuperação.
Uma BIA ajuda as organizações a compreender as potenciais consequências de uma disrupção, incluindo perdas financeiras, danos à reputação e perdas de confiança dos clientes.

Como parte do processo BIA, a organização identificará os objetivos de continuidade do negócio, que suportam a definição das metas e objetivos do BCP, incluindo os objetivos de tempo de recuperação (RTOs) e objetivos de ponto de recuperação (RPOs).
Os RTOs definem o tempo máximo necessário para recuperar processos ou funções do negócio críticas, enquanto os RPOs definem a quantidade máxima de dados que se podem perder durante uma disrupção.
Estes objetivos serão importantes para que, mais adiante, seja possível selecionar e estabelecer as estratégias de continuidade do negócio e de recuperação de desastres que serão incluídas no BCP.

2. Avaliação de Risco

A avaliação do risco é um componente crítico para estabelecer um BCP, uma vez que auxilia as organizações a identificar potenciais riscos que perturbem as atividades do negócio, impactando os processos críticos, os recursos e outras interdependências, como, por exemplo, um fornecedor de tecnologias de informação que faça parte da cadeia de abastecimento.

Inclui-se a identificação de potenciais desastres naturais, ciberataques, falhas ou avarias em infraestruturas críticas e outros tipos de eventos disruptivos que afetem a organização. Uma avaliação do risco irá também auxiliar as organizações a priorizar o desenvolvimento de estratégias de mitigação e planos de contingência, permitindo reduzir a probabilidade de eventos disruptivos e preparando as capacidades necessárias para uma rápida resposta e consequente redução de impactos.

3. Estratégias de Continuidade e Recuperação do Negócio

3.1 Estratégia de Continuidade do Negócio

A estratégia de continuidade do negócio descreve a abordagem da organização para manter as operações do negócio em caso de disrupções. Inclui-se a identificação de processos, procedimentos e recursos alternativos que podem ser utilizados para manter a continuidade do negócio. A(s) estratégia(s) de continuidade do negócio ajudam as organizações no desenvolvimento de um plano para responder a eventos disruptivos, minimizando o tempo de indisponibilidade e garantindo a continuidade de processos críticos do negócio.

3.2 Estratégia de Recuperação

Pese embora seja fundamental garantir a continuidade do negócio, é também necessário e relevante pensar em como recuperar as funções críticas do mesmo. A organização deve definir uma estratégia de recuperação de modo a delinear as etapas necessárias para restaurar as funções críticas do negócio para o novo “business-as-usual”.

Essa(s) estratégia(s) pode(m) envolver a ativação de equipas de recuperação, a articulação com partes externas previamente identificadas, o contacto com seguradoras, a recuperação de sistemas e dados de backups e outras ações necessárias para assegurar o regresso ao “novo normal”.

4. Plano Operacional de Continuidade de Negócio (BCOP)

O Plano Operacional de Continuidade de Negócio (BCOP) garante a continuidade das operações de cada área de negócio em caso de perturbação ou crise, minimizando o impacto nos clientes, colaboradores e outras partes interessadas. Este plano descreve os procedimentos e protocolos a seguir em caso de incidente disruptivo, garantindo a rápida recuperação das operações e a manutenção da reputação da organização.

5. Plano de Gestão de Emergências

Um plano de gestão de emergências descreve os procedimentos para responder a cenários que representam uma ameaça imediata à vida, à propriedade ou ao meio ambiente. O foco principal é garantir a segurança das pessoas e minimizar os danos à propriedade e ao meio ambiente.

  1. Procedimentos de resposta a emergências
  2. Planos de evacuação
  3. Protocolos de comunicação
  4. Alocação e implantação de recursos
  5. Avaliação de danos e estratégias de recuperação
6. Plano de Recuperação

O plano de recuperação descreve as etapas necessárias para restaurar a normalidade das operações da organização após um evento disruptivo, minimizando o tempo de inatividade e garantindo a continuidade dos processos críticos do negócio.

7. Plano de Gestão de Crises e a CMT

7.1 Plano de Gestão de Crises

O plano de gestão de crises descreve os procedimentos para gerir cenários que possam prejudicar significativamente a reputação, as finanças ou as operações de uma organização.

  1. Identificação e avaliação do cenário de crise
  2. Desenvolvimento de uma estratégia de resposta
  3. Comunicação com partes interessadas
  4. Mitigação do impacto da crise
  5. Restauro da operação normal e da reputação

7.2 Equipa de Gestão de Crises (CMT)

A equipa de gestão de crises coordena, responde e gere eventos disruptivos, envolvendo representantes de várias áreas da organização, com funções e responsabilidades claramente definidas.

8. Formação e Consciencialização

A formação e a consciencialização garantem que todos os membros da equipa compreendem o BCP, as suas funções e responsabilidades, reforçando a importância da continuidade do negócio.

9. Testar e Exercitar

Testar e exercitar o BCP permite validar a sua eficácia, identificar lacunas e preparar as equipas para responderem com confiança.

10. Monitorização, Revisão e Melhoria Contínua

O BCP deve ser revisto e atualizado regularmente, assegurando que permanece eficaz, alinhado com a realidade da organização e com o seu contexto de risco.

11. Outros Sub-planos

11.1 Plano de Recuperação de Desastres de TI (IT DRP)

Define procedimentos para restaurar sistemas e dados de TI em caso de desastre, minimizando tempo de inatividade e perdas de dados.

11.2 Plano de Comunicação

Garante a comunicação clara, atempada e transparente com colaboradores, clientes, fornecedores e outras partes interessadas durante uma disrupção.

11.3 Plano de Continuidade da Cadeia de Abastecimento

Define medidas para assegurar a continuidade da cadeia de abastecimento em cenários de crise.

11.4 Plano de Recursos Humanos

Foca-se na segurança, bem-estar e gestão dos colaboradores durante e após um evento disruptivo.

11.5 Plano Financeiro

Define procedimentos para garantir a continuidade das operações financeiras em cenários de crise.

Conclusão

Para garantir a continuidade das operações do negócio em caso de disrupção, é essencial estabelecer um Plano de Continuidade do Negócio (BCP) abrangente. Um BCP bem elaborado reforça a resiliência, reduz o impacto de eventos inesperados e aumenta a confiança das partes interessadas.

A Behaviour apresenta um catálogo de formação e certificação dedicada à área das Melhores Práticas, Metodologias e Sistemas de Gestão.
Explore o Catálogo de Formação e os cursos na Área de Continuidade do Negócio.

Autor: Behaviour
Publicado em: 6 dezembro de 2024
Não é autorizada a cópia ou reprodução deste artigo.

 

Construir Sistemas Robustos: A Chave para Resistir a Disrupções

Continuidade do Negócio • Artigo

Continuidade do negócio: construir sistemas robustos para resistir a disrupções

⏱️ Leitura estimada: 9 minutos

Melhores práticas e dicas práticas para preparar a organização para eventos disruptivos e recuperar com eficácia.

No atual cenário empresarial, onde as organizações se deparam com interligações complexas e num contexto em constante evolução, os eventos disruptivos são cada vez mais prováveis e fazem parte dos cenários para os quais uma organização deve estar preparada.

Quer se trate de um desastre natural, de um ataque ciberataque ou de uma falha na cadeia de abastecimento, o impacto no seu negócio pode ser significativo. Mas, e se pudesse construir um sistema capaz de resistir e de recuperar com facilidade desses eventos disruptivos? Vamos explorar a importância das melhores práticas de continuidade do negócio e fornecer dicas práticas sobre como construir sistemas robustos para poderem resistir a qualquer “tempestade”.

Por que é a continuidade do negócio importante?

A continuidade do negócio implica garantir que a sua organização possa continuar a operar de forma eficaz, mesmo quando se depara com eventos disruptivos inesperados. Trata-se de ter um plano estabelecido para minimizar o tempo de inatividade, proteger a sua reputação e retornar à operação do negócio normalmente e, o mais rápido possível. Na era digital de hoje, os riscos são maiores do que nunca. Uma única hora de inatividade pode resultar em perdas financeiras significativas, danos à sua marca e perda de confiança do cliente.

Consequências dos eventos disruptivos

As disrupções podem ocorrer de várias formas, desde desastres naturais, como furacões e terramotos, até ciberataques ou falhas na cadeia de abastecimento. As consequências podem ser devastadoras, incluindo:

  • Perdas financeiras: As disrupções podem resultar em perdas financeiras significativas, incluindo perda de receitas, equipamentos danificados e aumento de custos.
  • Danos à reputação: uma disrupção pode prejudicar a sua reputação e impactar a confiança do cliente, dificultando a recuperação.
  • Problemas de conformidade: As interrupções também podem levar a problemas de conformidade, incluindo a não conformidade com requisitos regulamentares.
Construir Sistemas Robustos

Como pode então construir um sistema que consiga resistir e recuperar de eventos disruptivos? Indicamos de seguida algumas dicas práticas:

  1. Desenvolva um Plano de Continuidade do Negócio: Um plano de continuidade do negócio é um componente crítico de qualquer sistema robusto. Este plano descreve os passos que deve executar para responder a uma disrupção, incluindo informações de contactos de emergência, sistemas de backup e procedimentos de recuperação.
  2. Identifique Sistemas Críticos: Identifique os sistemas críticos que são essenciais para as suas operações de negócio. Isto pode incluir sistemas de TI, gestão da cadeia de abastecimento e suporte ao cliente.
  3. Implemente Redundâncias: Implemente redundâncias nos seus sistemas críticos de modo a garantir que continuam a operar mesmo se um sistema falhar.
  4. Realize testes regulares: realize testes regulares do seu plano de continuidade do negócio para garantir que o mesmo é eficaz e que a sua equipa está preparada para responder a um evento disruptivo.
  5. Mantenha-se informado: mantenha-se informado sobre possíveis cenários de eventos disruptivos, incluindo desastres naturais, ciberameaças e problemas na cadeia de abastecimento.
Exemplos de casos reais

Na prática, o que são então sistemas robustos? Indicamos de seguida alguns exemplos de casos reais:

  • Delta Airlines: Após uma falha de energia crítica em 2016, a Delta Airlines conseguiu recuperar a sua operação rapidamente graças ao seu plano de continuidade do negócio. A companhia aérea conseguiu redirecionar os voos e fornecer atualizações aos clientes, minimizando o impacto da disrupção.

Infelizmente, a Delta Airlines, e muitas outras empresas em todo o mundo, não estavam preparadas para um cenário “impensável” e “improvável” e, não foram capazes de se adaptar e responder rapidamente ao mais recente evento disruptivo de TI no início deste ano de 2024, causada pela atualização da CrowdStrike.

Segundo o website avweb.com,
“O CEO da Delta Air Lines, Ed Bastian, criticou a empresa de cibersegurança CrowdStrike e o fornecedor de software Microsoft, reportando que a disrupção de TI custou à companhia aérea US$ 500 milhões.

A enorme disrupção dos computadores da Delta em 19 de julho interrompeu o sistema de rastreamento da tripulação da companhia aérea por quase uma semana, impedindo a empresa de localizar pilotos e comissários de bordo para operar voos. Como resultado, a Delta teve de cancelar cerca de 30% dos seus voos. (…)

Bastian disse que a recuperação da Delta foi prejudicada de forma significativa devido à sua elevada dependência da CrowdStrike e da Microsoft para cibersegurança. A empresa teve que reinstalar manualmente 40.000 servidores para restaurar as operações.”

  • UPS: Quando um ciberataque massivo atingiu a UPS em 2017, a empresa conseguiu responder rapidamente graças ao seu plano de continuidade do negócio. A empresa conseguiu conter o ataque e minimizar o impacto nas suas operações.
  • NHS: Quando um poderoso ciberataque atingiu o NHS e a assistência social em 2022, causou perturbações significativas em muitos sistemas de software de serviços de assistência. Um dos fornecedores de cuidados de saúde foi um dos muitos fornecedores, que foram forçados a operar sem um sistema crítico instalado para suportar o seu serviço. Embora o fornecedor tivesse toda a infraestrutura de cibersegurança relevante e apropriada, o serviço foi interrompido por um ataque de ransomware direcionado ao seu fornecedor de software. Felizmente, a empresa tinha um plano de continuidade do negócio em vigor que incluía um plano robusto para cibersegurança, e o serviço conseguiu continuar as operações graças às práticas estabelecidas no seu plano de continuidade do negócio.

Conclusão
Construir sistemas robustos que possam resistir e recuperar de disrupções é fundamental para o sucesso de qualquer negócio. Ao desenvolver um plano de continuidade do negócio, identificar sistemas críticos, implementar redundâncias, realizar testes regulares e, ao manter-se informado é possível minimizar o impacto das disrupções e garantir que o seu negócio continua a operar de forma eficaz. Lembre-se de que a continuidade do negócio não se trata apenas de evitar períodos de indisponibilidade, trata-se de proteger a sua reputação, minimizar as perdas financeiras e garantir que os seus clientes continuam a confiar em si.

Ainda, a continuidade do negócio ajuda a criar uma cultura de resiliência para a organização estar preparada para consiguir responder aos cenários mais “impensáveis e imprevisíveis”. Desta forma, a empresa pode adaptar-se e responder rapidamente a esses cenários, minimizando o impacto no negócio.

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Autor: Behaviour
Publicado em: 6 dezembro 2024
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