Estratégia de Diferenciação e Sustentabilidade Empresarial

Estratégia de Diferenciação e Sustentabilidade Empresarial

Previsibilidade, qualidade e rastreabilidade como base

Estratégia de diferenciação: visão integrada

A estratégia da Behaviour assenta em duas ideias complementares: diferenciar pela forma como estrutura e entrega valor e sustentar essa consistência ao longo do tempo — com um modelo que privilegia previsibilidade, qualidade e rastreabilidade.

Nesta página encontra, numa visão integrada, os pilares de diferenciação e os mecanismos de sustentabilidade empresarial que suportam a atividade.

Estratégia de Diferenciação

Pilares da estratégia de diferenciação

A estratégia de diferenciação é construída por escolhas concretas no desenho do portefólio, da experiência e dos resultados entregues.

1) Portefólio estruturado para progressão

O portefólio é desenhado como uma arquitetura: áreas, níveis e percursos que permitem evoluir com sequência e consistência, facilitando planeamento individual e capacitação por equipa.

2) Metodologia prática orientada a execução

A abordagem privilegia utilidade em contexto real, com foco em:

  • critérios claros para decidir e priorizar,
  • sequência exequível (o que vem primeiro e porquê),
  • evidência alinhada com requisitos e expectativas de avaliação.

3) Experiência com clareza e rigor

A experiência é desenhada para reduzir fricção e aumentar entendimento: linguagem clara, estrutura, materiais sólidos e foco no que é aplicável.

4) Previsibilidade como padrão de serviço

A previsibilidade é tratada como parte da experiência, incluindo compromissos de planeamento (como o Programa de Datas Garantidas, quando aplicável) e alinhamento consistente de expectativas.

5) Eficiência orientada a valor

A estratégia inclui uma estrutura eficiente para concentrar investimento no que cria consistência: conteúdos, metodologias, ferramentas e suporte contínuo.

Sustentabilidade Empresarial na Behaviour

A sustentabilidade empresarial garante que a estratégia de diferenciação se mantém consistente ao longo do tempo.

Sustentabilidade empresarial, aqui, significa manter serviços consistentes e úteis ao longo do tempo, assegurando que a evolução é exequível e que a confiança é sustentada por mecanismos formais.

1) Sistema de Qualidade com âmbito explícito

A consistência é suportada por um Sistema de Gestão da Qualidade alinhado com a NP 4512 e a ISO 9001, com âmbito definido: “conceção, realização e avaliação de ações de formação, conceção de material pedagógico e gestão de exames”.

DGERT: A Behaviour foi acreditada desde 2008 (regime anterior). Com a evolução do sistema para certificação de entidades formadoras, é entidade certificada pela DGERT desde 2016. Certificado DGERT n.º 2601/2016.

2) Integridade e rastreabilidade no processo de exame

O Centro de Exames assegura um processo claro e rastreável, do pedido ao fecho administrativo, com regras e evidência administrativa associada.

3) Governança de conteúdos e controlo de versões

Os materiais são geridos com identificação clara, controlo de versões e registos formais quando aplicável (incluindo menções de registo no IGAC em documentação/publicações onde esse registo é indicado).

4) Sustentabilidade por desenho: capacidade para manter e evoluir

A sustentabilidade é tratada em três níveis:

  • profissionais e equipas (progressão e reforço de capacidade),
  • organização (modelos exequíveis, documentação útil, melhoria contínua),
  • ecossistema (alinhamento com referenciais e evolução de maturidade).

O impacto desta abordagem

Quando a estratégia de diferenciação e a sustentabilidade são tratadas como um sistema, o resultado é uma experiência mais previsível e consistente, suportada por:

  • progressão estruturada,
  • clareza e rigor na entrega,
  • qualidade e rastreabilidade operacional,
  • capacidade de manter resultados ao longo do tempo.

Perguntas frequentes

Como funciona o ciclo de revisão e atualização quando normas/regulação mudam?

A atualização é tratada como um ciclo controlado: monitorização de alterações, análise de impacto (o que muda em requisitos, evidência e práticas), e atualização de conteúdos/metodologias com registo de versão. Quando a alteração tem impacto relevante, são ajustados objetivos, exemplos e critérios de aplicação para manter alinhamento com a prática e com o que é exigido em auditorias, clientes ou supervisão. Sempre que aplicável, a mudança é refletida de forma consistente em formação, advisory e auditoria interna/readiness.

Como é assegurada consistência ao longo do tempo (gestão de versões e melhoria contínua)?

A consistência é assegurada por gestão de versões (identificação, histórico e controlo de alterações) e por um processo de melhoria contínua que consolida feedback e lições aprendidas em revisões estruturadas. Isto permite manter coerência entre edições, estabilizar a forma de trabalhar e incorporar atualizações sem quebrar a lógica do percurso nem a experiência do cliente.

O que é o Programa de Datas Garantidas e como ajuda o planeamento?

O Programa de Datas Garantidas identifica edições com compromisso de calendarização, para apoiar planeamento com antecedência (formação individual, equipas, orçamento e disponibilidade). Ajuda a reduzir incerteza e facilita a organização interna do cliente. Em situações excecionais que exijam ajuste, a comunicação é feita com antecedência e são apresentadas alternativas de remarcação.

Como medir impacto (transferência para o trabalho) em programas individuais e corporativos?

A medição de impacto foca a transferência para o contexto real, combinando quatro níveis: (1) objetivos definidos à partida, (2) evidência de aprendizagem (avaliações/exercícios), (3) aplicação no trabalho (decisões, artefactos, melhorias introduzidas), e (4) resultados no contexto organizacional (ex.: redução de lacunas, maior conformidade, melhoria de desempenho operacional). Em programas corporativos, recomenda-se baseline inicial e follow-up (30/60/90 dias) com indicadores acordados.

Como equilibrar exigência regulatória com operacionalidade (rigor sem fricção)?

O equilíbrio é atingido com priorização por risco e criticidade, definição de critérios claros e desenho de evidência mínima suficiente para demonstrar conformidade sem criar burocracia. Sempre que possível, integra-se o requisito em processos já existentes, evitando duplicação e mantendo a execução exequível. O resultado é rigor verificável, com foco naquilo que é necessário para operar, responder a auditorias e sustentar decisões.

Quer aplicar esta abordagem no seu contexto?

Explorar percursos, planear capacitação por equipa ou estruturar uma sequência executável
com previsibilidade e rastreabilidade.