Formação em 2027: novas normas, regulação e competências a desenvolver

Formação em 2027_ Novas Competências


Formação em 2027: novas normas, regulação e competências a desenvolver

O que mudou na qualidade, na auditoria, na privacidade, na cibersegurança e na inteligência artificial e como transformar essas alterações em prioridades de formação em 2027.

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Planear a formação em 2027 começa por uma pergunta: o que mudou nos referenciais, nos riscos e nas responsabilidades da organização?

As publicações da ISO, o panorama de ameaças da ENISA e a legislação europeia e nacional ajudam a identificar necessidades distintas. Importa separar referenciais publicados, que justificam analisar alterações; obrigações aplicáveis, que exigem preparar responsabilidades; e projetos normativos, que devem ser acompanhados sem antecipar requisitos definitivos.

O objetivo não é formar todos nos mesmos temas, mas perceber quem precisa de decidir, executar, supervisionar ou avaliar e com que competências.

Cibersegurança e continuidade do negócio: e se o seu fornecedor crítico parar?

Cibersegurança e Continuidade Empresarial


Cibersegurança e continuidade do negócio: e se o seu fornecedor crítico parar?

Avalie dependências, decisões e capacidade de recuperação. Conheça as turmas confirmadas da Behaviour para reforçar as competências da equipa.

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A ligação entre cibersegurança e continuidade do negócio torna-se clara quando um fornecedor crítico falha. Imagine uma aplicação essencial indisponível, sem previsão de recuperação. A equipa de TI procura alternativas, as operações aguardam instruções e os clientes continuam a pedir respostas.

Quem decide o que fazer e com base em que preparação?

Neste Mês Europeu da Cibersegurança, a pergunta merece espaço na agenda das empresas: para além de prevenir ataques, estamos preparados para continuar a operar quando um serviço externo falha?

Formação em gestão de risco, continuidade e segurança da informação: como escolher?

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Formação em gestão de risco, continuidade e segurança da informação: como escolher?

Uma equipa pode precisar de formação porque vai iniciar a implementação da ISO 27001. Outra já tem o sistema implementado, mas precisa de rever responsabilidades e registos. O curso pode ser o mesmo, embora o trabalho a realizar depois seja diferente.

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Ao escolher formação em gestão de risco, continuidade do negócio ou segurança da informação, convém que o pedido de inscrição identifique esse trabalho. Assim, a direção da unidade e os RH podem avaliar o programa, escolher os participantes e prever quando vão aplicar o que aprenderam.

O risco de concentração de competências: a sua equipa tem uma cobertura real?

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O risco de concentração de competências: a sua equipa tem uma cobertura real?

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Uma organização pode dispor de vários profissionais qualificados e, ainda assim, permanecer dependente de um único colaborador para interpretar requisitos, assegurar a implementação de projetos, avaliar elementos de prova, testar sistemas ou sustentar decisões de risco.

É neste cenário que se manifesta o risco de concentração de competências: a dependência de colaboradores-chave e a concentração de conhecimento, autoridade ou capacidade operacional num indivíduo cuja ausência ou cessação de funções põe em causa a celeridade de decisões, projetos, auditorias e respostas a incidentes.

ISO 22301: guia prático de continuidade do negócio

ISO 22301_Guia Prático de Continuidade do Negócio

ISO 22301: guia prático de continuidade de negócio

Como preparar a organização, estruturar evidência e desenvolver competências.

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O que é a ISO 22301 e a quem se aplica?

A ISO 22301 especifica os requisitos para estabelecer, implementar, manter e melhorar um Sistema de Gestão da Continuidade de Negócio (SGCN). Pode ser aplicada por organizações de qualquer dimensão ou sector que precisem de assegurar a entrega de produtos e serviços prioritários durante uma disrupção.

A norma é voluntária enquanto referencial de sistema de gestão e de certificação. Ainda assim, requisitos legais, sectoriais ou contratuais podem exigir capacidades específicas de continuidade, recuperação e demonstração de evidência. A certificação é uma forma de demonstrar conformidade com a norma, mas não substitui obrigações aplicáveis à organização.